REPORTAGEM

Brasil e África discutem parcerias pelo desenvolvimento

4 de Junho de 2012


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Brasil e África têm fortes ligações históricas e culturais

© Arne Hoel/The World Bank

DESTAQUES DO ARTIGO
  • Os êxitos recentes do Brasil nos aspectos social e econômico vêm atraindo a atenção de muitos países africanos.
  • A primeira parte do seminário será transmitida ao vivo em inglês e português
  • A parceria entre Brasil e África é discutida em um relatório lançado no fim de 2011 pelo Banco Mundial e pelo IPEA

Um seminário organizado pelo Banco Mundial – Região África mostrará as experiências brasileiras de cooperação nas áreas de agricultura, proteção social e treinamento vocacional. O Seminário de cooperação Sul – Sul Brasil – África ocorrerá em duas datas: nesta terça, 5 de junho, às 9h (horário de Brasília) e em 14 de junho, às 10h. O primeiro evento será exibido ao vivo pela internet, tanto em português quanto em inglês; já o segundo terá transmissões em inglês e francês.

Brasil e África são parceiros naturais, com fortes relações históricas e culturais. Para completar essas conexões, a tecnologia brasileira parece facilmente adaptável a muitas nações africanas devido às similaridades no solo e no clima. Os êxitos recentes do Brasil nos aspectos social e econômico também vêm atraindo a atenção de muitos países africanos. 

Gana, Quênia, Libéria, África do Sul, Tanzânia e Zâmbia (destaques no primeiro evento), Angola, Burundi, Moçambique, Níger e Senegal (mostrados na segunda parte do seminário) pediram a cooperação brasileira em áreas como agricultura e medicina tropicais, treinamento vocacional e proteção social, entre outras. Além disso, Brasília é sede de 33 embaixadas africanas, a maior concentração presente no Hemisfério Sul. O Brasil ainda soma 37 embaixadas na África, 20 a mais do que em 2002.

Essa parceria promissora é discutida em um relatório lançado no fim de 2011 pelo Banco Mundial e pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA). O estudo Ponte sobre o Atlântico, Brasil e África Sub-saariana mostra como esses locais estão desenvolvendo um modelo de relações Sul – Sul que possa beneficiar a ambos.


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